
Taxa de desemprego no Brasil cai para 5,3% no trimestre encerrado em julho de 2026
A taxa de desocupação no Brasil atingiu 5,3% no trimestre encerrado em julho de 2026, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo IBGE. O resultado representa o menor patamar para o período desde o início da série histórica, iniciada em 2012.
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Figura 1 – Taxa de desocupação (%)

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Destaques do mercado de trabalho
O mercado de trabalho brasileiro apresentou avanços em diversos indicadores do trimestre:
- Taxa de desocupação: Recuo de 0,1 ponto percentual em comparação ao trimestre anterior (abril a junho de 2026, quando registrou 5,4%). Frente ao mesmo período de 2025 (5,6%), a queda foi de 0,3 p.p.
- População desocupada: Redução para cerca de 5,8 milhões de pessoas, uma queda de 4,9% (aproximadamente 299 mil pessoas a menos) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
- População ocupada: Atingiu 103,3 milhões de trabalhadores, registrando um novo recorde.
- Subutilização da força de trabalho: A taxa composta caiu para 13% (contra 14,1% no mesmo trimestre do ano anterior), o que sinaliza menor ociosidade da mão de obra.
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Por que o desemprego caiu? Entenda os motivos
Pode-se destacar três fatores centrais para a melhora dos índices no trimestre:
- Geração de empregos formais: A criação de postos de trabalho com carteira assinada absorveu parcela dos trabalhadores que estavam em busca de oportunidade.
- Redução do desalento e da subutilização: Mais trabalhadores conseguiram colocação profissional ou retornaram à busca por vagas.
- Comportamento do mercado de trabalho: Mesmo em um cenário de economia menos acelerada, a contratação de mão de obra mantém trajetória de queda ao longo dos últimos trimestres.


